Em 1973, crianças e adolescentes foram encontrados em um posto policial de Ribeirão Preto, interior do Estado de São Paulo, trancados em celas, vigiados por soldados e cães.
Um grupo da Pastoral de Direitos Humanos aceitou o desafio para mudar esse cenário. Com apoio da comunidade construíram uma casa em um terreno cheio de mangueiras. Os objetivos eram acolher e educar.
Localizada na região central da cidade, a entidade com novas propostas mudou-se na década de 80 para a Vila Recreio, bairro da periferia norte de Ribeirão Preto. A Casa agora estava mais perto da realidade dos adolescentes.
A “Casa das Mangueiras” é uma experiência pedagógica pioneira com adolescentes, autores de atos infracionais e em situação de risco. Ela nasceu muito antes da criação do Estatuto da Criança e do Adolescente. A Casa cumpre um importante papel social na comunidade.
Para administrar os recursos criou-se a Ong “Organização Vida Nova”, que mantém a entidade com a proposta de um novo modelo de transformação social.